segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Excursão à Faia (Vale do Côa) - 07 Final


Parte 7 - Final

As águas estavam mesmo esverdeadas, talvez pela presença de algas ou descargas não identificadas a montante. O que não impediu os banhos! 
A única mancha no que é, sem dúvida, o mais difícil e apetecível percurso pedestre pela Arte Rupestre e pelas Paisagens Monumentais do Parque Arqueológico do Vale do Côa.

Esculturas (ludus naturæ) moldadas pelo Côa granítico:



Memórias xamânicas ou a procura do paraíso perdido:

No regresso, passos andados, o sol há muito aqui fora poente:


O penitente/orante da Rocha 1.
Desenho: Centro Nacional de Arte Rupestre/PAVC/Fernando Barbosa/AMB

Foto: AMB por Alexandra Lima

Fotos: Nikon D200/zoom AF-S Nikkor 18-200 mm © António Martinho Baptista
Com um agradecimento a Alexandra Lima, Fernando Dias, Carla Magalhães e restantes companheiros de jornada.

6 comentários:

Anónimo disse...

Este comentário é para reprovar.

As fotografias da paisagem são muito bonitas e as personagens femininas também.

Dispensam-se as imagens do autor do blogue, pois parece inspirar-se noutro blogue de um conhecido arqueólogo

António Martinho Baptista disse...

Inspirando-me (agora sim!) nos esquissos do bom e truculento Vilhena d'Os Ridículos ou da Gaiola Aberta, diria que o fotógrafo estava lá! E tem horror a lápis azuis! E a sua única fonte de inspiração, fotógrafo ou fotografado, é a que se prende com a finitude do tempo. A matéria (epidérmica) de que são feitos os sonhos. AMB

Mauro disse...

Obrigado pela "foto-reportagem" da Excursão à Faia... para quem não conhece o local já dá para ter uma boa impressão da grandiosidade do mesmo.

Cordiais cumprimentos

Francisco Sande Lemos disse...

António:

As minhas felicitações pela qualidade do blogue e das imagens, que mereciam uma ampla difusão.

Há, talvez algum romantismo excessivo nas páginas dedicadas ao Vale do Tejo. Mas nos tempos em que muitos só trabalham como amanuenses científicos ou patrimoniais, justifica-se.

Francisco Sande Lemos

Sofia Silvério disse...

Aos mais sensíveis, perdoem-me o desabafo:

O Vale do Côa tem um valor inestimável que poucos entendem...mas quando essa minoria se esforça para passar "A Mensagem" acessível a todos (quer por palavras,quer através de imagens) é apontado, como se algo de errado tivesse cometido.É a velha máxima de "não fazem nem deixam fazer".
Ainda que nos chamem tolos, românticos ou sonhadores devemos ter a coragem de contrariar uma falsa postura/aparência (que muitos teimam em manter)... impregnada à demasiado tempo no nosso país e sobretudo no pequenino mundo da arqueologia.
Parabéns pelo Blog.

Com os melhores cumprimentos:
Sofia

olhodopombo disse...

Ola,
eu estive passeando pelo seu blog, enquanto estava fazendo uma pesquisa em um trabalho escrito para a minha disciplina Arte PreHistorica na Universidade.
Fiquei fascinada pelo Vale do Coa, assim como por tantas outras cavernas...
Parebens e obrigada por disponibilizar tantas informações preciosas.
Fatima Pombo
estudante de Museologia da UFRB.